Acontece: debate na FINEP sobre o Núcleo Inovador da Indústria Brasileira
Acontece nesse momento o debate sobre o nucleo inovador da industria brasileira. Na FINEP. Participam Evando Mirra, David Kupfer, Joao De Negri. Vale a pena conferir.
Update:
O debate foi promovido para a apresentação e discussão de um relatório de autoria do IPEA/UFMG, intitulado “O FNDCT E O NÚCLEO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA“, que tem como pergunta fundamental se o FNDCT tem induzido o desenvolvimento do sistema de inovação brasileiro.
Para quem não sabe, o FNDCT é o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, que tem por finalidade dar apoio financeiro aos programas e projetos prioritários de desenvolvimento científico e tecnológico nacional. Em 2010, a execução de recursos foi da ordem de R$1,9bilhão.
Os presentes tiveram uma oportunidade única para a discussão do tema. A FINEP promete que esse será apenas o primeiro evento, e que promoverá regularmente atividades dessa natureza.
Quem quiser saber mais sobre o relatório pode acessar o documento na íntegra aqui.
Flip Phone – Celulares, conectividade e “mundo real”
Confesso que fiquei encantado como video produzido por Kristian Ulrich Larsen sobre o celular-conceito Flip Phone. Para quem não assistiu ainda, basta prosseguir até o final desse post.
O que impressiona no celular-conceito é a proposição de uma nova forma, mais orgânica e menos “bidimensional” de se lidar com o aparelho. Em primeiro lugar, os cliques, a rotação das informações, tudo se apresenta mais leve. A cena do compartilhamento do link do video do TED é suave, traz a tecnologia para um padrão de naturalidade relevante.
Hoje mesmo, os celulares assumem uma série de papeis em nossas rotinas: além das chamadas e dos SMSs, os celulares podem ser um videogame, um aparelho de GPS, uma jukebox, uma câmera, bem como cumprir as funções de editor de textos, roteador para acesso à internet, detector de metais, lanterna… A lista de coisas não para de crescer, especialmente devido à adição de componentes como o acelerômetro e todo o aparato de conexão bluetooth, wi-fi, 3G etc.
Mas aquilo que faz muita diferença é a cena na qual o aparelho serve como vaso para uma flor. Esqueçam todo o papo sobre Amoled, interfaces, conexões 4G. O Flip Phone se torna tridimensional, é um sólido, capaz de interagir com o mundo real, na contramão de telas cada vez mais finas mas sem se configurar como um estorvo.
Conceitos como esse podem criar tendências de interação com o ambiente complementares à realidade aumentada, criar uma simbiose entre o mundo real e a tecnologia, viabilizar o uso dos celulares como objetos de decoração ou ainda cumprindo funções domésticas quando o usuário estiver em casa. Afinal de contas, estamos sempre com eles.
